NOTÍCIAS:Viver mais é importante. Mas com quem compartilhamos a vida também importa.

25 de outubro de 2026
Uma reportagem publicada na Zero Hora trouxe um dado interessante: no Brasil, as mulheres vivem, em média, mais de seis anos a mais do que os homens.
Essa diferença envolve fatores biológicos, comportamentais e sociais. Mas um dos aspectos mencionados na reportagem chamou a atenção: a importância dos relacionamentos e das redes de apoio para a nossa saúde e longevidade.
De maneira geral, as mulheres tendem a cultivar mais os vínculos afetivos, manter amizades ao longo dos anos e compartilhar suas experiências, preocupações e conquistas. Mulheres frequentemente apresentam redes de apoio mais diversificadas, mas isso também varia conforme a cultura, a idade e as circunstâncias individuais.
E isso não é apenas uma questão de convivência social. Ter relações genuínas, sentir-se pertencente também faz parte do cuidado com a saúde.
Na medicina, falamos muito sobre prevenção, diagnóstico precoce, alimentação e atividade física. Todos fundamentais.
Mas talvez seja necessário falar mais sobre a importância de cultivar amizades, fortalecer vínculos e reservar tempo para as pessoas que fazem parte da nossa vida.
Em 2026, em um mundo cada vez mais acelerado, com a inteligência artificial transformando nossa rotina , talvez seja ainda mais importante valorizar as conexões humanas genuínas.
E aproveito essa reflexão para agradecer às pessoas que fazem parte da minha vida de forma genuína. Àquelas que estão presentes, que compartilham momentos, conversas e afetos. São essas conexões que tornam a vida mais leve, mais significativa e, certamente, muito mais bonita.
Reflexão a partir da reportagem “Por que as mulheres vivem mais do que os homens?”, publicada na Zero Hora em outubro de 2026.